1996 Cessna 560 Citation V à Venda (N560GT)

Vendido

Disponíveis agora: 2001 Citation Bravo — $2,300,000

Especificações da Aeronave

Preço Pedido
Vendido
Year
1996
Model
Cessna 560 Citation V
Registration
N560GT

Texto do consultor

O resumo

Um Cessna 560 Citation V, matrícula N560GT, registrado como modelo 1996. Asa reta, dois motores Pratt & Whitney Canada JT15D, habilitação de tipo CE-500 compartilhada com o restante da família Citation.

Esta aeronave foi vendida. A página continua no ar porque o que vem a seguir não é bem sobre esta célula — é sobre a família 560 e, em particular, sobre uma pergunta que derruba mais compradores deste tipo do que qualquer outra: qual 560 é este, afinal?

O 560 não é um avião só

A Cessna construiu aeronaves bem distintas sob a designação 560, e os anúncios usam os nomes de forma solta. O Citation V veio primeiro. O Citation Ultra veio depois, com mais empuxo e painel EFIS. O Encore veio depois ainda, com motores diferentes de novo. Compartilham fuselagem e habilitação de tipo, e não são a mesma aeronave para possuir.

Este anúncio é bom exemplo do problema. Foi registrado aqui como um Citation V de 1996 — mas em meados dos anos 90 a Cessna já havia passado do V para o Ultra, o que torna o nome do modelo e o ano um par estranho. Pode ter sido descrito de forma solta, ou o ano pode se referir a outra coisa que não a fabricação. Estamos sinalizando isso em vez de apresentar como fato, porque a mesma ambiguidade está por todo o mercado e custa dinheiro ao comprador.

Como resolver: o número de série, não o anúncio. O serial identifica exatamente o que saiu da fábrica. Peça, consulte, e confira contra o manual de voo e a folha de dados do certificado de tipo. Vendedor que não produz um número de série rapidamente está dizendo algo sobre como estará o resto do arquivo.

Por que a variante importa mais que o emblema

Porque os motores diferem. O V e o Ultra não carregam a mesma variante de JT15D, e diferenças de empuxo aparecem em desempenho em pista quente e alta, em subida e, mais cedo ou mais tarde, na fatura da oficina. Dois aviões idênticos no pátio podem estar em pontos diferentes da curva de custo.

O painel também difere. Os 560 mais tardios chegaram com EFIS de fábrica; os anteriores, não — e muitos foram retrofitados desde então, bem ou mal. O que importa não é o emblema no nariz, e sim o que está de fato instalado, homologado e válido, o que nos leva à lista abaixo.

No que o 560 é bom

É o desenvolvimento esticado e mais potente da linha Citation de asa reta, e faz o que essa linha sempre fez: entrar em pistas que equipamento maior não usa, levar carga de cabine de verdade e custar menos para operar que qualquer coisa mais rápida.

Comparado a um Citation II, o 560 dá mais cabine, mais empuxo e melhor subida. Comparado a um jato de asa enflechada de cabine semelhante, abre mão de velocidade de cruzeiro e compra desempenho de pista e simplicidade. Se essa troca é boa depende inteiramente dos aeroportos que você usa de verdade — não dos que imagina usar.

Carrega a habilitação CE-500, o que significa que tripulação, treinamento recorrente e boa parte da relação de manutenção passam pela família Citation. Para um operador já dentro dela, mudar para um 560 é quase o jeito mais barato de ganhar cabine e desempenho.

O que verificar em qualquer 560

Nenhum item é sinal de alarme. É o que um comprador competente confirma em qualquer aeronave desta geração.

A variante, pelo número de série. Primeiro, pelas razões acima. Todo o resto — peças, números de desempenho, elegibilidade a programa — decorre de saber o que a aeronave de fato é.

Variante e situação dos motores. Confirme qual JT15D está instalado, se as horas informadas são tempo total desde novo, e onde cada motor está em relação à seção quente e ao overhaul. Pergunte especificamente se existe programa horário de motor; em aeronaves desta idade frequentemente não existe, e esse único fato pode valer mais que a diferença de preço entre dois exemplares.

O que está de fato no painel. Não o que o modelo sugere. Confirme ADS-B Out instalado e homologado para o espaço aéreo que você usará, confirme validade de RVSM, e confirme se o navegador é WAAS caso aproximações LPV importem para seus destinos.

Corrosão e histórico de base. Pergunte onde a aeronave viveu, não só quem foi o dono. Litoral e umidade deixam marcas que um interior novo esconde.

Histórico de dano e situação do título. Por escrito, mais pesquisa independente sua.

Pré-compra em oficina escolhida por você. Não a recomendada pelo vendedor. Vendedor que resiste já respondeu à pergunta — e esse teste vale para quem publica o anúncio tanto quanto para qualquer outro.

Para quem o 560 serve

Um operador que precisa de mais cabine que um Citation II oferece mas ainda voa de aeroportos onde o comprimento de pista descarta aeronaves maiores. Um departamento de voo que já tem a habilitação CE-500 e quer subir sem retreinar tripulações. Uma empresa cuja perna típica é de duas a três horas com carga real de passageiros.

Para quem não serve

Quem voa regularmente transcontinental ou transatlântico. Quem quer aviônica atual de fábrica sem pagar por retrofit. E quem compra puramente pelo preço pedido — nesta geração é a situação do programa de motor, não a etiqueta, que decide quanto a aeronave custa para se ter.

O que está disponível hoje

A aeronave listada neste site hoje é um Citation Bravo 2001, número de série 550-0995, com motores PW530A inscritos no Power Advantage+ com cobertura total e painel Honeywell Primus 1000.

É uma cabine menor que a de um 560, e vale dizer isso claramente. O que ele responde é a questão de custo levantada acima: está em programa, e o programa é o que separa uma aeronave previsível de uma imprevisível. A especificação completa e a avaliação estão na página dele.

Outras aeronaves entram no estoque em breve. O que ajuda ao entrar em contato é dizer a missão — pernas, passageiros, aeroportos, orçamento — porque é isso que determina se alguma célula serve.